ALREDEDOR DE LA MESA VII°

II° Edición Virtual Internacional

A mesa de festa dos Condes de Castro Guimarães

Portugal

En el comedor de la antigua Torre de São Sebastião, residencia de verano que se convirtió en residencia permanente de los Condes de Castro Guimarães, entre 1910 y 1927, se presenta la “mesa de aparatos”, donde recibían a sus invitados en recepciones y banquetes festivos. una vajilla de plata que incluye 71 piezas, ejecutada a finales del siglo XIX, en París, por la prestigiosa firma Bointaburet, inspirada en modelos del siglo XVIII, especialmente la vajilla Germain encargada por el rey José I en 1756, pero ya adaptada a la realidad de "servicio al ruso". Este servicio, que se generalizó a lo largo del siglo XIX, consiste en la presentación secuencial de los platos, permitiendo así que se mantengan calientes y eliminando los denominados “platos cubiertos”. En el centro, una sopera de porcelana china decorada con esmaltes de la “familia de las rosas” (dinastía Qing, reinado Qianlong, c. 1770), flanqueada por dos réchauds (asientos para platos calientes).

Además del juego de cubiertos de plata y el servicio de cristalería (Real Fábrica de La Granja de San Ildefonso, España, 1801-1825), en la ornamentación también se utilizaron varios otros objetos, como candelabros, marcadores de lugar y decoraciones, imprescindibles para la exuberancia y la riqueza que pretenden transmitir estas “mesas expositoras”.

El menú del almuerzo del 2 de julio de 1906, pintado y ofrecido por el rey D. Carlos a los dueños de la casa, está compuesto principalmente por platos tradicionales portugueses y estaba destinado a una comida de verano más sencilla e informal: caldo de pollo con arroz; huevos cocidos; lenguado frito con perejil; Vieiras de carne portuguesa; filetes de pato con aceitunas; Patatas a la lionesa; y arroz con leche de postre.

A mesa de festa dos Condes de Castro Guimarães

Na sala de jantar da antiga Torre de São Sebastião, uma residência de veraneio que se tornou residência permanente dos Condes de Castro Guimarães, entre 1910 e 1927, a “mesa de aparato”, onde recebiam os seus convidados em receções e banquetes festivos, apresenta uma baixela de prata que inclui 71 peças, executada nos finais do século XIX, em Paris, pela prestigiada firma Bointaburet, inspirando-se nos modelos setecentistas, em especial na baixela Germain encomendada pelo rei D. José I em 1756, mas já adaptada à realidade do “serviço à russa”. Este serviço, generalizado ao longo do século XIX, consiste na apresentação sequencial dos pratos, permitindo assim que estes se mantenham quentes e dispensando os chamados “pratos cobertos”. Ao centro, uma terrina de porcelana da China decorada com esmaltes da “família rosa” (Dinastia Qing, Reinado de Qianlong, c. 1770), ladeada por dois réchauds (assentos para pratos quentes).

Além do faqueiro também em prata e do serviço de copos de cristal (Real Fábrica de La Granja de San Ildefonso, Espanha, 1801–1825), entravam ainda na ornamentação diversos outros objetos, tais como castiçais, marcadores de lugar e enfeites, indispensáveis à exuberância e à riqueza que estas “mesas de aparato” pretendiam transmitir.

O menu do almoço do dia 2 de julho de 1906, pintado e oferecido pelo Rei D. Carlos aos donos da casa, é composto maioritariamente por pratos da cozinha tradicional portuguesa e destinava-se a um refeição de veraneio, mais simples e informal: canja de galinha com arroz; ovos cozidos; linguados fritos com salsa; escalopes de carne à Portuguesa; filetes de pato com azeitonas; batatas à la Lyonnaise; e arroz doce, como sobremesa.

Presenta
Museu Condes de Castro Guimarães
Sra. Maria Cristina Gonçalves (coordenadora)
Sra. Ana Isabel Brás (responsável pelo serviço educativo)
Parque Marechal Carmona
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Portugal

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